29 de dezembro de 2013

A casa e a "teoria das janelas quebradas"

Se um vidro se quebra no prédio e ninguém conserta, rapidamente os demais estarão quebrados.

Se o carro começa a fazer barulho e não arrumamos, em pouco tempo outros ruídos aparecerão e ninguém se incomodará com isso.

Se em casa a lâmpada queima e você não troca, algum tempo depois outros problemas na casa não o incomodarão mais.

Se você tem alguma coisa pra resolver e não resolve, as “janelas quebradas” vão se acumulando e, depois de um tempo, por serem muitas, já não terá vontade de arrumá-las.

A Teoria das Janelas Quebradas está presente em muitas situações, inclusive na vida de pessoas, que “empurram com a barriga” ou deixam de resolver coisas importantes, permitindo que várias “pequenas janelas” sejam constantemente quebradas e, sem perceber, com o passar do tempo, dado o acúmulo de problemas e situações não resolvidas, simplesmente “abandonam” suas próprias vidas, deixando de viver para simplesmente sobreviver.

O cuidado com a saúde é um exemplo bem típico. Sentimos alguma coisa diferente, uma pequena “janela quebrada” e, em função da correria do dia a dia, não consertamos. O peso vai aumentando, um novo “barulhinho” aparecendo, e a gente se acostuma com ele. E depois de um tempo, ainda que queiramos, já não conseguiremos “consertar as janelas quebradas”, e recuperar a saúde.

Tudo começa com uma pequena “janela quebrada”, o vidro quebrado, transmite a ideia de deterioração, desinteresse e despreocupação.

Por isso vamos dedicar alguns minutos do nosso tempo, para anotar as “janelas quebradas” que precisamos consertar. Faça uma relação das ações necessárias, estabeleça uma ordem de importância e prioridade para elas, e conserte-as, uma de cada vez.

Logo as coisas voltarão ao lugar que deveriam estar, e isso lhe trará muito mais qualidade de vida, realização e felicidade.

Texto adaptado de www.blogdofabossi.com.br
imagem pinterest  

Um comentário:

  1. oi Rô, feliz 2014!

    super de acordo contigo. Se me permitir, assino embaixo da crônica.

    beijo grande.

    ResponderExcluir

Obrigada pela visita. Sua opinião é muito importante!

Voltar ao topo