25 de março de 2014

Quando, como e por quê trocar o colchão

Chegar em casa após um dia de trabalho, muitas vezes estafante, pode ser recompensado com um banho quentinho e uma boa noite de sono. Afinal, dormir aproximadamente oito horas diariamente revigora corpo e mente, deixando você pronto para enfrentar mais um dia.

No entanto, se ao se deitar você notar que seu colchão está mais prejudicando seu sono do que ajudando no relaxamento, é um motivo bem justo para pensar em trocá-lo. Tudo porque, segundo a maioria dos fabricantes, a vida útil de um colchão pode variar entre cinco e dez anos. Mesmo tomando todos os cuidados com higiêne e as necessidades de virar o colchão, como já explicamos aqui, o desgaste acontece.

Logo, ao perceber que há desníveis, molas tortas, marcações permanentes ou algum outro incomodo, não hesite em procurar um modelo que lhe agrade e supra as necessidades de sua noite de sono tranquila.

Para escolher o melhor

Recomendar o melhor modelo de colchão pode ser um tanto pessoal demais: cada um tem sua preferência sobre molas ou espuma. O importante, no entanto, é avaliar primeiramente se sua necessidade é ortopédica.

Para este caso, o recomendado é que, após procurar um bom médico ortopedista, o profissional ajude saber qual tipo é o mais indicado para o problema. Entretanto, se está tudo normal com a coluna, outros pontos devem ser avaliados.

Um segredo é não escolher o modelo logo de primeira. O ideal é que a escolha seja feita com bastante calma. Afinal, é um bem que não será trocado ao menos em cinco anos, dependendo de seu uso. Veja o que mais lhe agrada. Vale até deitar-se na loja, claro!


 Dicas preciosas

Primeiramente, descubra o que mais pode te agradar em questões como densidade, altura, confecção, tecido, maciez e modelo – colchões ortopédicos, de mola ou espuma (se acompanhará um box ou uma cama, por exemplo).

O tamanho é outro ponto que não pode ficar de fora. Para os modelos voltados aos casais, por exemplo, a variedade está entre três tamanhos padrões: casal, queen size e king size.

Se você tiver a cama ou o box e não cogitar substituir esses móveis também, lembre-se de medir direitinho para não ter complicações após a compra de seu colchão novo.

Entretanto, fique atento: mesmo que não haja nenhuma recomendação médica e que sua coluna esteja em perfeitas condições, a maioria dos ortopedistas não recomenda os modelos muito duros e nem os muito moles.

Preços e qualidade

Escolher o colchão somente pelo preço é um dos erros mais recorrentes. É importante considerar os fatores mencionados acima de tudo. No entanto, lojas especializadas oferecem muitos modelos e facilidades para pagamento daquela peça que será seu companheiro de todas as noites. Vale a pena buscar por promoções e ofertas.

Outro ponto é pesquisar também sobre a garantia do fabricante. Uma pesquisa bem feita vai mostrar por exemplo: os modelos de colchões Ortobom tem o preço variado para o modelo em espuma entre R$ 300 e R$ 500 e garantia de três anos. Para os modelos de molas ensacadas e de outras marcas como os colchões Probel, o preço varia entre R$ 600 e R$ 1,2 mil.

Se preferir algo mais sofisticado, modelos da Eurotop (com cinco anos de garantia) saem aproximadamente R$ 1,9 mil. Um king size de molas ensacadas da marca Gazin, com cinco anos de garantia pode ser encontrado por R$ 1.517,40.

2 comentários:

  1. Adorei as dicas, nunca pensamos em tudo.
    Ótima quarta-feira para vc!
    Beijos Coloridos!♥♥♥

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  2. Legal as dicas, o que incomoda em usar o colchão errado é a insônia.
    Ô tristeza. Por muito tempo tive insônia e não conseguia pegar no sono. Eu acordava acabado. O que me ajudou a pegar no sono e continuar dormindo foi um produto japonês que emite infravermelho que vai dentro de um colchão. Agora episódios de insônia são muito raros. Espero que ajude mais alguns insones sofredores por aí http://conforsoft.com.br/insonia

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