6 de outubro de 2014

Crianças e seus arranhões na escola

Joicy é professora de educação física, dinâmica, inteligente e otimista. Para entrar nessa área, fez estágios em várias áreas  e descobriu que gosta mesmo de trabalhar com crianças. “A profissional tem que conhecer todas as áreas, descobrir suas vocações e desenvolvê-las”, diz.



Aulas de educação física significam muito mais do que atividades corporais. Por meio da apreensão de conhecimentos específicos da prática regular de atividades físicas e esportivas, as crianças desenvolvem competências, capacidades e habilidades, associadas às dimensões afetivas, cognitivas, sociais, psicomotoras como também, internaliza valores.

No entanto, não basta apenas oferecer estímulos para que a criança se desenvolva normalmente, a eficácia da estimulação depende também do contexto afetivo em que esse estímulo se insere, essa ação está diretamente ligada ao relacionamento entre o estimulador e a criança.



Quanto a segurança das crianças convenhamos que não há como correr, saltar, arremessar, sem incidir no risco de escorregar, cair, tropeçar, lançar fora do alvo, esfolar. Não há como uma criança pequena, ainda na fase da descoberta do próprio corpo, aprender os movimentos fundamentais sem cometer erros e cair, bater ou arranhar.

Mas, os riscos não devem representar um empecilho para a experimentação das diferentes formas de amostra da cultura corporal, mas sim um conhecimento que proporcionará uma prática mais segura.

E quando os arranhões acontecem?



Olha quem entra em ação!


     O cuidado profissional é essencial. Quem nunca levou um escorregão, ralou o braço ou o joelho?

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