12 de janeiro de 2018

Quem não gosta de comprar lembranças atire a primeira pedra

Você percebeu como a gente chega carregado de "bugigangas" quando chega das férias ou de algum lugar diferente? Eu  mesma fico com vontade de trazer um pedacinho de cada lugar que visito.


Como é bom trazer alguma lembrança de lugares que a gente passa. Faz parte das boas coisas da vida. O difícil depois, é acomodar tudo de forma harmoniosa em casa.

Roupas, por exemplo, nem sempre dá pra usar. Por isso sempre é bom pensar  antes de comprar, o que vamos fazer com a compra quando retornarmos ao cotidiano.

Procurando uma casa que mostrasse bem um espaço com essas características encontrei o apartamento da arquiteta  Alexandra Albuquerque. Ela montou um apartamento com 28 m², com quarto que também é sala, cozinha e banheiro em São Paulo.  

Com a ajuda do amigo e designer de interiores Gabriel Valdivieso, Alexandra criou um espaço que tem muito a dizer. O papel de parede floral, por exemplo, sinaliza ser este um lar de menina. Garimpados em antiquários, os móveis prestam homenagens ao passado. Rendas, fuxicos e a rede de algodão, presa perto da janela, têm sotaque nordestino – os pais da arquiteta, João e Sonia, vieram do interior de Pernambuco. Desafiado a palpitar nesta decoração de apartamento pequeno, Gabriel adotou como ponto de partida o formato retangular do imóvel. “Para dar unidade visual, a pintura da parede e a cortina foram feitas idênticas: metade amarela, metade branca. Para Alexandra, tão bom quanto morar no Copan é achar espaço, em 28 m², para seus badulaques de A a Z. “Sou muito cacarequenta”, conta, assumidamente, a moça.

É preciso ter fôlego para organizar tantas lembranças em único espaço tão restrito. Melhor mesmo é fazer tudo de forma organizada como fizeram os profissionais. Aqui se vê em estilo e profissionalismo, pois mesmo em um espaço pequeno conseguiram harmonia e equilíbrio.

Créditos da foto

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